Os anos 1967 - 1969

(Lembranças de Areoaldo de Paula e de Amoralina Paro)

            Em 1967, sendo Presidente da República o General Costa e Silva e Governador de Brasília o Sr. Vadjó Gomide, foi planejado e iniciado um mutirão afim de construir residências para funcionários da Novacap. A alma deste mutirão foi o Sr, Rogério de Freitas Cunha. O projeto se desenvolveu no prolongamento do setor de Indústria e Abastecimento, foi visto com ceticismo por algumas autoridades e até hostilizado por outras.

       Em 21 de abril de 1968 foi inaugurado oficialmente. Foi nesse dia que houve a 1a Santa Missa no local, concelebrada por Pe. Artêmio de David e Pe. Aleixo Susin, na presença do Dr. Rogério e de outras personalidades, no barracão da coordenação do mutirão.

       Em 20 de maio Pe. Aleixo se ajuntou ao mutirão. Capelão do Instituto Agrícola La Salle e residente naquele local, chegava todos os dias de trabalho às 7:00 horas e voltava às 18:00 horas. Pertenceu ao grupo 36 que dava duro para construir 12 casas onde se situa agora a QE 03, conjunto H.

       Aos 23 de junho foi introduzida a missa dominical para o grupo 36. Era celebrada às 17:30 horas na Escola do mutirão. Aos domingos Pe. Aleixo ajudava também Pe. Artêmio na Paróquia N;.S. de Fátima, além da capelania do Instituto La Salle.

       Foi nesta época que Dom Newton, Arcebispo de Brasília, pediu que se formasse uma paróquia e deu autorização para batizar celebrar casamentos. O tombo da Paróquia nos dá o nome do 1º batizado no dia 30/06 por Pe. Aleixo. Chama-se Sidney Arnouk da Silva. teve como padrinho de representação o mesmo Dr. Rogério. Por testemunhas orais sabemos que o 1º casal unido pelo sacramento do matrimônio, na presença de Pe. Antônio Tomiello foi Gastão Fernandes Filho e Suely Santiago de Andrade.

       A nova planejada Paróquia teve diversas visitas: No dia 21 de outubro chegou o Cardeal Florit da cidade de Florença, no dia 18 de agosto o recém ordenado sacerdote josefino, Pe. Genuino Roman, o Provincial dos Josefinos e outras ainda...

       O trabalho do mutirão andava agora junto com o trabalho de paróquia. Todos os sábados havia visita aos doentes e bênção das famílias por parte de Pe. Aleixo e nos dias 13 de outubro e 25 de dezembro se realizaram encontros ecumênicos com evangélicos que se tinham fixado eles também na área em construção.

       Os trabalhos do grupo 36 se concluíram antes do Natal e os trabalhadores receberam suas casas. A entrega das residências foi um ato simples mas inesquecível. Pe. Aleixo, em nome do grupo, agradeceu ao Dr. Rogério tudo o que tinha feito em favor dos funcionários da Novacap e lembrou que seu agir era a aplicação prática dos ensinamentos da Encíclica papal “Populorum Progressio”. Depois do discurso o doutor buscou o chapéu de palha de Pe. Aleixo, colocou nele papeis numerados de um a doze e cada um sorteou o númeroda própriacasa.

      Praticamente foram construídas em mutirão as quadras ímpares e a quadra 20 num total de mais de mil casas. O número de pessoas residentes no Guará em meados de 1969 era de 25000 pessoas. Ao Pe. Aleixo coube a casa de esquina da atual QE 03, conjunto H, lote 4, demolida em 1993 pelos Vicentinos que aproveitaram o material útil e descobriram ferramentas de trabalho pertencentes ao referido Padre.

       O nome dado à localidade em 21 de março foi Guará. Foi uma imposição do governador e dos dirigentes da Novacap, sem consultar o povo. Antes a localidade era conhecida por Mutirópolis. Houve também quem sugerisse, mais tarde, o nome de Guadalajara, lembrando a grande copa mundial de 1970, quando o Brasil foi campeão mundial.

       No dia 25 de dezembro de 1968 foi criada a paróquia e inaugurada no dia 1o de janeiro de 1969. Estavam presentes na cerimônia Dom Newton, Monsenhor Ávila, os Padres Roberto Cordenunsi e Artêmio de David, o Dr. Rogério e outras autoridades. Pe. Aleixo foi empossado como pároco. Neste mesmo dia foi bento e inaugurado o Cruzeiro de madeira oferecido ao mutirão por Pedro Neves de Oliveira.

       Era uma paróquia sem templo e sem recursos. Começava a caminhada longa e heróica para a construção do edifício material e espiritual que agora a caracterizam.

       Tratava-se também de dar um nome à paróquia. A escolha foi feita muito democraticamente. Foram apresentadas muitas sugestões: São Rogério, São Vicente de Paulo, Santa Terezinha, São Lucas, São Paulo Apóstolo... Ganhou São Paulo Apóstolo porque o Dr. Rogério manifestou uma predileção especial por esse santo e o povo sensível e grato por aquilo que ele tinha feito, lhe deu essa alegria.

       Aos 11 de janeiro de 1969 Pe. Aleixo foi ao Sul para um período de descanso. Pe. Artêmio, Pe. Chiesti e Pe. Jacó o substituíram no seu trabalho.

       No dia 26 de fevereiro chegou a Brasília Pe. Antônio Tomiello. Pe. Aleixo voltou no mesmo mês de fevereiro, mas os dois sacerdotes Josefinos trabalharam juntos por pouco tempo. O Arcebispo de Brasília convidou Pe. Aleixo para substituir provisoriamente Pe. Carlos Jurandir Ribeiro que esta muito doente e era Pároco da Paróquia de São Sebastião de Planaltina. Chegou lá no dia 6 de março e no dia seguinte Pe., Jurandir veio a falecer. Depois do enterro daquele sacerdote, ocorrido no dia 8, antes mesmo de saírem do cemitério, o Arcebispo pediu a Pe. Aleixo para substituir definitivamente Pe. Jurandir e a Pe. Antônio Tomiello para assumir a orientação da Paróquia São Paulo Apóstolo. Ambos tomaram posse naquele mesmo dia.

          

ANO 1970

Notícias extraídas do Livro Tombo da Paróquia

O ano 1970 foi o ano do assentamento da Paróquia. Até março Pe. Antônio arcou sozinho com todo o trabalho pastoral e desde o dia 3 de março foi ajudado pelo diácono josefino Francisco Cecchin, provindo do Rio Grande do Sul.

       Restava arregaçar as mangas e pôr ordem na casa. Foi o que Pe. Antônio fez desde o início, com coragem e muito amor pela comunidade. Com a autorização de Dom Ávila atualizou a liturgia dominical adaptando-a à capacidade de compreensão do povo, batizou incessantemente crianças e adultos, preparou, com o apoio de alguns catequistas, crianças para a primeira Eucaristia que se realizou aos 21 de fevereiro; associou à sua pregação pessoas leigas entre as quais o primeiro foi o Sr. Antônio Duarte; participou, com um grupo de paroquianos, do Congresso Eucarístico Nacional nos dias 21- 30 de maio e da inauguração da Catedral de Brasília aos 31/05; comemorou a santificação de São Leonardo Murialdo acontecidas aos 5 de maio de 1970; festejou em âmbito comunitário a conquista da taça Jules-Rimet no dia 21/06... Neste dia o entusiasmo dos paroquianos foi tão grande, que se tentou trocar o nome Guará, não muito aceito pelo povo, por Guadalajara.

       No entanto também o Guará, como cidade, tomava forma. Se em 1968-69 havia só uma escola de madeira, em 1970 foram levantadas a Escola Classe 1 na QE 03, Classe 2 na QE 04, classe 3 na QE 07 e classe 4 na QE 09, funcionando todas em 3 turnos diurnos e 1 noturno. Chegou também aos poucos o asfalto,a iluminaçãopública, oficialmente inaugurada no dia de Natal, o que facilitou a vida dos habitantes que eram quase 30000 em 3400 casas.

       Foi em março que nasceu o Economato. O Pe. Rui do Carmo Pereira de Aguiar, de Taguatinga, já consultado em 1969, forneceu uma cópia dos Estatutos do Economato da Paróquia São José. O Sr. Sebastião Paulo de Oliveira trabalhou aquele exemplar e o adaptou, e no dia 21, no local Escola classe 2 da QE 04, foi eleita uma diretoria provisória assim formada:

       Presidente: Rubens Melo e Vice Presidente Pe. Antônio Tomiello

       Secretário Geral: Eurípides Dias Cardoso acompanhado por Areoaldo de Paula e Célia Fortes de Castro.

       Tesoureiro: Darcy Coeth de Souza, Tiago Nunes de Souza e Francion Holanda Feijão.

Conselho Fiscal: José Gonçalves Lourenço, Pedro Luiz de Souza, Josué Ananias da Nóbrega, Macário Izabel dos Santos, João de Castro Filho e Deoclécio de Andrade.

       O Economato publicou seus estatutos no Diário oficial aos 30/06 e foi aprovado pela Cúria aos 13/07. Recebeu como sigla EPSPAG (Estatuto da Paróquia São Paulo Apóstolo do Guará). Foi enviada uma cópia dos Estatutos também à Adveniat da Alemanha que aos 20 de abril já tinha ajudado a paróquia com 1362,50 dólares.

       Uma das primeiras decisões do Economato foi a compra de um terreno para construir templo e casa paroquial, que sempre funcionava na QE 3.. No dia 12/07 foi decidido adquirir um terreno na QE 07 medindo 70x80, por Crs# 14.400,00.. No dia 27 Pe. Antônio assinou o contrato de compra com uma entrada de Cr$ 2880,00 e o compromisso de pagar o restante em prestações de Cr$ 160,00 mensais, urgindo também o pedido de locação e de ligação da água.

       No dia 23/08 aconteceu uma procissão que partindo da QE 3 se dirigiu para a QE 07. Durante esta procissão, precedida por Pe. Antônio, carregou-se o cruzeiro para ser implantado no terreno recém comprado. A procissão, iniciada com poucas pessoas, andou aumentando pelo caminho até englobar uma multidão. Chegou às 16:40 e foi coroada com uma grande festa que se prolongou noite adentro.

       As atividades se intensificaram. Realizou-se a Festa da Primavera no dia 06/12, cuidadosamente preparada pelo Economato, pelo Irmãos do Colégio Agrícola La Salle e outras pessoas. A rainha eleita foi Irene Vieira da Silva. A festa rendeu Cr$ 980,00. Depois foi construído um barracão para depósito, de 6x13m, onde se faziam também celebrações no sábado e domingo. O lugar, porém, não era próprio. A senhora Luiza Gomes, moradora do Cruzeiro, organizou solene novena de Natal e através de barraquinhas e quermesses recolheu Cr$ 281,00, o que, com o lucro da Festa da Primavera, possibilitou a construção de um outro barracão-Igreja, muito precário, com chão de barro e telhado de zinco. Nos dias de chuva era um deus nos acuda. O barulho era tal que nada se ouvia e a água escorria pelo chão transformando-o em barro. Aquele barracão humilde e tosco serviu por longo tempo para batizados, casamentos, missas, catequese e reunião de grupos.

 

ANO 1971

Notícias extraídas do Livro Tombo da Paróquia

           O ano 1971 foi um ano de chuvas excepcionais. Só no mês de agosto cessaram por completo, recomeçando em fins de setembro. Neste ano houve também asfalto de diversas ruas e estacionamentos com uma certa diminuição daquela poeira primordial que lembrava os desertos.

       Aos 6 de abril chegou definitivamente Pe. Romano que veio aliviar um pouco o trabalho árduo e intenso de Pe. Antônio e do diácono Cecchin. Pensou-se em intensivar a Catequese Paroquial. Eis então que veio do sul uma pessoa especializada em catequese, a Senhora Albina Sitta, a qual, junto com a Irmã Angélica, pastorinha, deram início à catequese do Guará. O fruto não se fez esperar. Em novembro houve 560 crianças que receberam a Eucaristia. A recém fundada catequese andou estruturando-se com o material conveniente, adquirindo uma máquina de escrever Grande Línea, um mimeógrafo com uma despesa bastante significativa de Cr$ 5100,00, slides buscados em São Paulo por Pe. Romano e a Senhora Luiza Nóbrega no dia 30 de setembro...

       Aos 23 de julho chegou uma substancial ajuda da Adveniat remontando em 2147,76 dólares ou Cr$ 11.275,74. Em se tratando de dinheiro houve o caso de Ítala Colaudi. Aquela senhora se dizia dona de um diamante de grandíssimo valor e se pôs à disposição para cobrir todas as despesas de construção de salões, Igreja e infra estrutura e se comprometeu a abrir um Livro de Ouro com uma oferta de Cr$ 121.804,00. Depois de um tempo em que iludiu a todos com suas promessas milionárias, desapareceu e nunca mais se soube notícia. Houve, porém, outros benfeitores de verdade, como a Senhora Iracema Rosa e outros, cujos nomes não chegaram até nós...

       Aos 21 de março foi eleita uma nova diretoria do Economato para os anos 1971-1972. Foram apresentadas a CHAPA AZUL e a CHAPA VERDE. Foi vitoriosa a verde, 40 votos contra 15, assim constituída: Presidente: João Daldegan; Secretário geral: Gilberto Borges;  Secretário: Manoel da Cruz Medeiros;  Secretário: Carmen Siqueira Bolzon; Tesoureiro Geral: Francisco Ângelo Cecchin;  Tesoureiro: Neuza Medeiros Tesoureiro: João Rodrigues de Campos; Conselho Fiscal: José Amãncio Filho, José Gonçalves Lourenço, João de castro Filho, Eurípides Dias de Andrade, Tiago Nunes de Souza, Célia Fortes de Castro.

       A prestação de contas da Diretoria do primeiro economato ficou em janeiro com um saldo negativo de Rs$ 364,42, mas já no mês de março apresentou um saldo positivo de Cr$ 557,50, correspondentes hoje a quase Rs$200,00.    

       O Economato tratou de providenciar uma planta para a construção do salão da Igreja. O primeiro projeto foi rejeitado pela maioria dos membros do Economato e pelo Arcebispo de Brasília. Um segundo projeto, que custou trabalho e viagens para o diácono Francisco, foi aceito e aprovado. Um engenheiro fez aos 14 de abril o orçamento das despesas da construção, que devia medir 2500 m2, tinha um custo de Cr$ 300,00 por metro. O salão só foi erguido no ano seguinte. O mesmo Economato programou Festas Juninas   para os dias 24 a 27 de junho, cercou o terreno da paróquia, e tentou promover um recenseamento geral do Guará junto com a Igreja Presbiteriana, nas dependências da qual houve uma histórica reunião aos 28 de abril.

       No mesmo ano ainda nasceram os Ministros da Comunhão em Planaltina. e logo se tratou de trazer o ministério para a Paróquia do Guará, o que só se deu no ano seguinte. Foi nesse ano em que os jovens do Guará conheceram o TLC e o CJC e as aulas de religião incluíram em seus programas conferências sobre sexo. O motivo que levou os catequistas a tal iniciativa foi o crescente aumento de escritos pornográficos nos muros das casas do Guará.

       No fim do ano o registro de batizados acusou 462 Batismos, enquanto os casamentos se limitaram a 36. 

                     

ANO 1972

Lembranças de João Batista Pereira

           Foi no mês de maio que houve um contato com as pessoas que iriam implantar o 1o grupo de jovens da Paróquia São Paulo Apóstolo. Aconteceu na residência de Silvani Helena Roma e seu irmão Roma. Naquela noite foi acertada uma reunião com Pe. Antônio Tomiello que nos apoiou. Foi decidido que aquele grupo se chamaria CJCG (Comunidade de Jovens Cristãos do Guará). Logo o Clube das Mães que funcionava na paróquia com Da. Mara, Da. Elza, Da. Luizinha, Da. Antônia, e outras senhoras ainda, nos deu seu apoio irrestrito e total.

       O local de nossas reuniões era o Barraco de madeira. O grupo andou crescendo até que foi trazido de Goiânia outro movimento, chamado TLC (Treinamento de Liderança Cristã). Era um encontro de um fim de semana, muito parecido com o SEGUE-ME. Criamos então pré-Comunidades para preparar os iniciantes e passamos a participar da Pastoral da Juventude no Centro Catequético de Brasília, sob a orientação de Pe. Iglesias.

       Pouco depois chegou em Brasília o saudoso João de Deus, naquela época, leigo de grande influência na comunidade de Osasco, em São Paulo. Devemos a essa comunidade um grande apoio pastoral e material.

       A esta altura já éramos mais de cento e cinqüenta membros e passamos a ser uma comunidade modelo em Brasília. Por isto recebemos muitos convites para apoiar ou mesmo criar Várias outras Comunidades de jovens dentro e fora do DF. Uma delas foi a comunidade de Formosa, em Goiás.

       Muitos padres nos acompanharam em nossa caminhada. Destacamos de modo especial Pe. Bruno Barrirei que nos animou e entusiasmou em relação à igreja nova que nós chamávamos de “buraco”. Foi naquele buraco que enterramos muitos e muitos terços antes que fosse concluída.

       Recordo com saudade aqueles que foram os primeiros participantes de CJCG, em especial minhas amigas Silvani Helena Roma e Idemaura que o Pai do céu já levou para seu convívio.

            Eis a relação dos primeiros membros do CJCG.

        01 - Ana Maria Ribeiro da Costa

        02 - Antônio Gilmar Ribeiro

        03 - Cícero Londerly

        04 - Davi Fernandes de Moura

        05 - Dalva Lúcia Leandro.

        06 - Elizabeth Maria da Graça Neves

        07 - Hélio José Araújo Brandão.

        08 - Ivo Alves de Oliveira

        09 - Josefino Antônio Ferreira Borges

        10 - José Vieira Dias

        11 - José Afrânio Araújo Brandão

        12 - José Fernando Brandão

        13 - José Rubens de Mello

        14 - José Sexas Heredia

        15 - João Batista Pereira Filho

        16 - João Abreu de Andrade

        17 - Luiz Antônio Martins

        18 - Nélio Wagner Ribeiro

        19 - Maria Madalena Guilherme de Medeiros

        20 - Maria Lídia Barreto

        21 - Maria Lourdes da Silva

        22 - Maria de Jesus Souza

        23 - Maria de Fátima Alves de Oliveira

        24 - Osmar Fernandes de Oliveira

        25 - Raimundo Alves

        26 - Rosângela Ferrugem

        27 - Silvany Helena Roma

        28 - Teresinha Marques de Abreu Andrade

        29 - Zélia Casimiro de Oliveira

        30 - Alvio Garcia Leão

        31 - Laura Maria da Silva Santos

        32 - Francisco Josimar Matos.

        33 - Gilson José de Souza

        34 - Maria José Guilherme Medeiros

        35 - Terezinha de Jesus Neto

        36 - Guilhermina Guilherme de Medeiros

        37 - Hilda Shirley Pontes

        38 - Jocélia Fortes de Castro.

(João Batista Pereira Filho) 

 

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